Perguntaram-me se realmente acredito no que escrevo?
- Ora claro que sim!
Me disseram que poesias romanticas são tolices, pois o amor já morreu!
- Ora meu caro, talvez o teu amor tenha morrido e provavelmente você mesmo o matou! O meu não!
Alem disso, posso escrever de sentimentalismos por muitas razões!
Para despir minha alma dos medos, daquilo que me entristece, esquecer dos que estão ausente, me envolver de paz, tranqüilidade!
Em poucas linhas encho-me de esperança, posso reunir forças para enfrentar o próximo dia!
Textos trazem-me sonhos que posso ter, sonhos que posso viver e sonhos ja vividos!
Nas entrelinhas me encontro, busco vencer distâncias, realizar sonhos, seduzir almas, almejo breves desabafos, sinto olhares ternos, e sorrisos provocante, e até pensamentos obscenos.
Nas entrelinhas eu sou um personagem num rio sem curso...
Quando penso em um texto, não me atrelo as regras! Liberto o meu pensamento... fico no tempo suspenso... onde a qualquer instante tudo poderá ser recriado, vivido e revivido!
E será tudo diferente porém sempre igual... palavras de amor são sempre as mesmas, mas ouvida de forma diferente, por quem as recebe, quando dita pela pessoa certa!
Escrevo de amor para fazer o meu hoje melhor e sinto-me, vivo!